O código é rastreável
Todo requisito tem um teste e todo teste tem um registro. Se algo chega ao veículo, sabemos exatamente por qual caminho passou.
A Tyranzix nasceu no ABC paulista, ao lado de quem fabrica veículos há décadas. Ficamos por aqui porque é onde o problema acontece: na linha de montagem, na bancada de testes e na estrada.
Como começou
Fundada em 2014 por engenheiros vindos da indústria e do desenvolvimento de firmware, com sede em São Bernardo do Campo.
Começamos com uma frustração simples. O software automotivo carregava a mesma responsabilidade de um freio ou de uma coluna de direção, mas raramente era tratado com o mesmo cuidado. Escrevemos o primeiro projeto para resolver isso em um único módulo. Deu certo, e o convite seguinte veio pela mesma razão.
Hoje a Tyranzix desenvolve as camadas de software que sustentam veículos conectados: o firmware que roda dentro das centrais eletrônicas, os serviços que recebem os dados de campo e as ferramentas que diagnosticam o carro a distância. Não vendemos produto de prateleira. Cada sistema é construído para uma arquitetura específica, com suas restrições de homologação e seus prazos de linha.
Trabalhamos perto do hardware. Nossa equipe testa em bancada, escuta o barramento CAN com o osciloscópio ao lado e acompanha a primeira rodagem em pista. Essa proximidade é o que separa um sistema que funciona na apresentação de um sistema que funciona no inverno, com o veículo carregado e a rede instável.
Somos uma equipe deliberadamente enxuta. Preferimos poucos projetos conduzidos com atenção a uma carteira grande atendida pela metade. Quando aceitamos um trabalho, é porque temos as pessoas certas livres para ele.
No que acreditamos
Software que dirige, freia ou avisa o condutor não admite quase certo. Ou está correto, ou volta para a bancada.
Princípios de trabalho
Todo requisito tem um teste e todo teste tem um registro. Se algo chega ao veículo, sabemos exatamente por qual caminho passou.
Preferimos uma data difícil de aceitar a uma data confortável de vender. O cronograma reflete o que a engenharia realmente comporta.
Testamos sobre o alvo real, não apenas em simulação. A estrada tem ruído, latência e falha que nenhum ambiente ideal reproduz.
Acompanhamos a subida em produção e ficamos disponíveis depois dela. Sistema embarcado envelhece em campo, e alguém precisa responder por isso.
Quem conduz
Duas décadas entre montadoras e fornecedores de sistemas. Cuida da arquitetura embarcada e da prática de segurança funcional.
Lidera os backends de telemetria e a infraestrutura que sustenta os veículos conectados em operação.
Responsável pelo firmware das centrais eletrônicas e pela integração com os barramentos do veículo.
Conduz as bancadas hardware-in-the-loop e os planos de homologação que antecedem cada entrega.
Trabalha com fusão de sensores e as funções de percepção que dão base aos sistemas ADAS.
Traduz o problema de negócio da montadora em escopo técnico e acompanha o projeto do briefing ao campo.
Vamos conversar
Prefira o caminho direto. Descreva o contexto do projeto e devolvemos uma leitura técnica antes de qualquer proposta comercial.